Sem dormir e desempregada, mãe pede ajuda para acompanhar bebê com câncer em Goiânia

Júlia Rafaela tem um filho de 13 anos que ficou em Mairipotaba com o namorado dela

Júlia Rafaela Luiz da Silva, de 30 anos, vive há dois meses nos corredores de unidades de saúde de Goiânia para acompanhar o tratamento da filha caçula, um bebê de 1 ano e 11 meses comumente com um tumor maligno no peritônio. Primeiro, no Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad) e, desde o último dia 10, no Complexo Oncológico de Referência do Estado de Goiás (Cora).


A mulher precisa parar de trabalhar há alguns meses e está desempregada. De Mairipotaba, ela tem um filho de 13 anos que está com o namorado dela e com quem fala por chamadas de vídeo. Hoje, ela só consegue se manter com ajuda de terceiros. "Não tenho dormido e só como a comida do hospital. Às vezes nem como", revela a angústia.

A pequena Mirella deu entrada no Hecad com um quadro grave de inchaço abdominal. Durante semanas, passaram por diversas avaliações e seis procedimentos cirúrgicos para retirada de líquido da barriga até que o diagnóstico de câncer foi confirmado em 10 de abril. Desde então, a situação se agravou.

 

Um paciente pesa apenas 8 quilos e permanece na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela faz sessões contínuas de hemodiálise. Como a filha está em estado crítico e sob risco de morte, Júlia não consegue deixar o hospital para atender as necessidades básicas da casa e do filho. Com isso, toda a família está em situação de vulnerabilidade.

Júlia afirma que quem tiver condição pode contribuir por meio de Pix (70147553156). Ela precisa de ajuda para a compra de alimentos, itens de higiene e para o custeio de despesas básicas da família. Quem quiser, também pode falar com a mãe pelo telefone 62 9564-5736.

 

Comentários